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domingo, 4 de dezembro de 2016

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Conto Erotico - Outro homem na cama


Outro homem na cama

Tenho uma esposa muito gostosa. 1.69m, cabelos escuros e longos, cinturinha fina e coxas bem grossas e duras. Na praia, todos ficam enlouquecidos ao ver aquela bunda gostosa com um biquíni bem enfiado. Além disso, ela tem 30 anos e é linda de rosto. Sempre que transávamos, nós dois demonstrávamos muita vontade de ter novas experiências sexuais e ficávamos imaginando ou uma mulher ou outro homem na cama. Certa vez, convidamos o Henrique, um antigo amigo nosso dos tempos de faculdade, para jantar lá em casa. Ele estava saindo de um relacionamento, tinha brigado com a namorada. A Andréia fez uma bela janta, na qual conversamos amenidades e tomamos duas garrafas de vinho branco, bem gelado. Notei que enquanto jantávamos, o Henrique e minha esposa trocavam alguns olhares rápidos, e também sentia uma movimentação embaixo da mesa, pois eles estavam encostando as pernas. Depois fiquei sabendo que minha esposa tirou o sapato e passou boa parte do tempo acariciando com os pés as pernas de meu amigo. Após o jantar, convidamos o Henrique para sentar no sofá e ouvir músicas. O clima entre nós três era uma mistura de medo, tesão e muito desejo. Quando estávamos sentados, à meia luz na sala, tirei a Andréia para dançar. Ficamos dançando alguns minutos na frente do Henrique, que observava excitado nossos beijos e arretos de pé. Enquanto eu beijava ela, passava a mão na sua gostosa bunda. Em seguida, criei coragem e chamei o Henrique para dançar com a Andréia. Entreguei a mão dela a ele, e em seguida dançaram juntinhos. Não demorou muito e estavam esfregando um o corpo no outro e a Andréia deu-lhe um beijo de língua que durou uns cinco minutos. Eles se lambuzaram um com a saliva do outro. Eu que estava sentado no sofá, fiquei super excitado em ver minha esposinha começando a realizar seu mais profundo desejo, sua tara de alguns anos. Mas ainda faltava muita coisa. Enquanto se beijavam muito gostoso, levantei e fui até os dois. Levei uma das mãos nas costas do Henrique e a outra na da Andréia, e uni ainda mais os dois, apertando-os um contra o outro. Em seguida disse ao Henrique:
- vamos te tratar super bem. Queremos dar e receber prazer...
Então ele disse:
- Jorge, façam o que bem entenderem comigo...
A dica estava dada e a primeira coisa que fiz foi me abaixar na frente do Henrique chamando minha esposa. De relance passei a mão entre as pernas da Andréia e pude sentir que estava umedecida como nunca antes. Sua calça preta colada no corpo estava estava manchada na xoxotinha, de leve. Então pedi a ela que se ajoelhasse na frente do Henrique. Em seguida, que abrisse a calça dele e tirasse sem pudor aquele pau grosso e duro pra fora, baixando suas calças até o joelho. Olhei para a Andréia e ela sabia o que fazer. Mamou naquele cacete como uma cadela no cio. Batia punheta, chupava, lambia, engolia tudo. Era lindo de ver. Fez isso durante uns 15 minutos nquanto eu só assistia e me masturbava. De repente a Andréia levantou, deu um beijo em mim e no Henrique e nos puxou para a cama, dizendo:
- Jorge, quero ser comida pelo Henrique e gozar como nunca... faça como a gente faz em nossas fantasias... eu tô cheia de tesão... Senti que era o momento de fazer minha esposa feliz. Fomos pra cama. Ela ficou de quatro com aquela bunda branquinha pra cima. Na mesma hora pedi ao Henrique que se aproximasse. Ele estava com aquele pau duro e grosso bem ereto. A cabeça bem grossa e vermelha prenunciava o que iria acontecer. Em seguida, abri a xoxotinha da Andréia - que estava encharcada de tanto tesão - e segurei com os dedos bem aberta para que o Henrique pudesse entrar. Quando ele colocou seu pau dentro da minha esposa, ela enlouqueceu e começou a gritar. Gemia, urrava alto e dizia:
- Me fode gostosão. Me fode como nunca eu fui fodida. Mete esse cacete tesudo dentro de mim. Aproveita que muitos querem me comer além do Jorge e eu tô dando pra ti. Fode, fode... aaahhhhhh!!!
O tesão da Andréia não tinha fim e o meu também não. Então fui para a frente dela e enfiei meu pau duro na boquinha dela enquanto meu amigo metia na xoxota por trás, de quatro. A loucura era tanta que não aguentei e gozei na boca da minha esposa, caindo estasiado ao lado da cama. Minha esposa já havia gozado duas vezes no cacete do Henrique e a excitação não passava. Ele era muito bom de cama e não gozava pois queria levar ela à loucura. Depois ele foi por baixo e ela cavalgou bastante naquela tora enorme de meu amigo. Eu enlouquecia de ver ela sendo comida por outro. Era um tesão. A Andréia continuava gritando:
- Aaaahhhhh..... Aaaaahhhhh... Que pau gostoso! Me come, tesudo. Me come como eu nunca fui comida. Atola esse caralho grosso em mim.
Era tão bom ouvir aquilo, que eu ao lado me masturbei e gozei de novo. De repente, foi aquela explosão de prazer. A Andréia gozou a terceira vez em cima do Henrique que também não se segurou e jorrou seu leite dentro dela. Na hora do gozo, a Andréia começou a chorar e dizer:
- Aaiii... aaiiii... que delícia!!! Que tesão!! Aaiii meu amor, nunca tinha sentido tanto prazer....
Ela saiu de cima dele e deitou na cama ainda respirando forte... corri no meio das pernas dela e colei minha boca no orificio da sua xoxota antes da porra começar a escorrer... e ela veio quente e fresca, direto pra minha lingua... sorvi todo o prazer do Henrique pela minha esposa. Depois a Andréia ainda me agradeceu por não deixar manchar o lençol preferido dela, tratando de não deixar cair uma só gota da porra grossa do Henrique lá. Todos rimos.
Naquela noite o Henrique dormiu conosco. Minha esposa se agarrou nele e dormimos os três felizes. Ainda transamos mais algumas vezes durante aquele mês, eu sempre com um bom corninho, limpando com a língua a xoxotinha da Andréia, sempre que o Henrique a enchia com seu leite abundante. Até que um dia o Henrique foi transferido para o nordeste. De lá pra cá nunca mais falamos com ele, mas a Andréia continua tarada e deliciosa e ainda fazemos nossas fantasias.

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